Quando ainda estava grávida eu
fazia o Pré Natal com o Dr. Wilson Ayach (especialista em gravidez de risco e
trombofilias)... e em uma das conversas, comentávamos sobre o alto custo das
“heparinas”...e o Dr. disse q faltava algum Deputado entrar com uma Lei
para a disponibilização pelo governo de
heparina para grávidas com trombofilias.
Daí... acabei tendo o aborto e
esse assunto ficou guardado... mas... sempre me incomodava, pois, sei o quanto
é difícil conseguir esse medicamento ou como no meu caso.. eu tive que comprar
por 3 meses. Meu salário ia quase tudo só comprando clexane... rsrsrsrs
Meu esposo trabalha com um
Deputado aqui do MS.... e ontem resolvemos conversar com ele.... explicamos a
situação e a dificuldade. E ele aceitou em entrar com o pedido de lei na Câmara dos Deputados.
Ontem mesmo, falamos com o Dr.
Wilson Ayach, ele disse que irá contribuir com a documentação necessária para
ter a base teórica.
O gabinete do Deputado hoje já
iria entrar em contato com a clínica do Dr. para ver essa documentação.
Agora.... é orar e pedir a Deus
que essa Lei seja aprovada e que as mulheres do MS consigam esse medicamento
gratuito... e sejamos exemplos p/ o resto do país.
Atenção meninas do Mato Grosso do
Sul... vamos orar!!!!
Quando tiver mais novidades eu
conto!
bjs
Para aquelas que ainda não sabem o porquê devemos usar a heparina....
é o seguinte:
As Trombofilias são divididas em
hereditárias e adquiridas. Eu, tenho as duas.. rsrssr.
A diferença é que a genética é
conseqüência de mutações e/ou deficiência na produção de anticoagulantes
naturais (Proteína C, Proteína S, Antitrombina) ou de substâncias sintéticas
que influenciam na coagulação. Já a trombofilia adquirida pode ocorrer quando o
paciente se torna obeso grave, diabético, sedentário ou passa por imobilização
prolongada (viagem aérea com mais de 10 horas sem a movimentação adequada), uso
de anticoncepcionais orais, reposição hormonal, câncer e alguns distúrbios da
imunidade.
Na gestação,
podem ocorrer sérias complicações, como retardo do crescimento intrauterino,
morte fetal, pré-eclâmpsia severa de início precoce e descolamento de placenta.
A trombofilia
é um problema grave de saúde e precisa ser tratada o mais rápido possível. Se
ignorada, pode trazer sérios problemas para a mãe e até causar a morte do bebê.
O risco é que os coágulos obstruam os vasos sanguíneos, causando o entupimento
das veias dos pulmões, coração e cérebro materno, como também obstruindo a
circulação na placenta, e para de levar sangue e
nutrientes para o feto e estruturas importantes entre a mãe e o feto.
Boa parte das pacientes não apresenta
qualquer episódio de trombose. Nesse caso, a doença se mostra em função das
complicações na gravidez. Se algo parecido já tiver acontecido com alguém da
família ou se a mulher apresentou quadro de trombose com uso de
anticoncepcionais hormonais, a atenção deve ser redobrada.
Prefiro
considerar a gestação portadora de Trombofilia como uma gravidez especial. Não
só porque na maioria das vezes a gestação vem depois de duas perdas ou é
primeiro filho. É que a fase deve ser monitorada com mais intensidade. Além
disso, a rotina do pré-natal tem um detalhe a mais: todo dia a gestante aplica
em si mesma uma injeção de heparina para evitar a formação de trombos e
controlar a coagulação do sangue em níveis normais.Essa é uma das partes do
tratamento para trombofilia na gravidez. Para quem jamais ouviu falar no
problema, soa estranho. O fato é que a heparina ajuda na coagulação do sangue e
é fundamental nesse processo. Esse tipo de tratamento começa antes mesmo da
gravidez, prossegue durante toda a gestação e pode se estender até depois do
parto.
Mesmo com o
tratamento, a gravidez é de risco. A boa notícia é que, devidamente assistida,
as chances de sucesso são de 90% a 94%. O primeiro passo para se chegar ao
diagnóstico é uma boa conversa com o médico. Em seguida, vem a bateria de
exames.
Infelizmente,
o custo dos exames utilizados no diagnóstico ainda é extremamente alto. Na rede
privada, alguns exames ainda não são cobertos pelas operadoras de planos de
saúde, o que não deixa de ser uma dificuldade para o diagnóstico.
Outro
problema é o alto custo das
medicações, e o incômodo das injeções subcutâneas até duas vezes ao dia.
No meu caso,
eu tomei todos os cuidados necessários, tomava 40mg de clexane por dia, ASS
Infantil e outros medicamentos, mas mesmo assim eu tive o aborto... e agora
estamos investigando outras possibilidades!
Mas... creio que fui um caso à parte... e ainda confio na eficácia da heparina.
Já ouvi e li muitos relatos de sucesso!
Deus abençoe!!
bjs
Mas... creio que fui um caso à parte... e ainda confio na eficácia da heparina.
Já ouvi e li muitos relatos de sucesso!
Deus abençoe!!
bjs







